Esse é um antepasto clássico, a abobrinha é salgada e desidratada, assada no forno e depois preparada com cebola e alho refogado. No envase é acrescentado ramos de alecrim e posteriormente pasteurizado. Combina muito bem com focaccia, pão italiano, pão francês, entre outros.
Esse é um antepasto clássico, a berinjela é salgada e desidratada, assada no forno e depois preparada com cebola, alho, azeitona e passas. Companheiro perfeito do pão italiano.
Só produzimos esse antepasto quando encontramos pimentões carnudos e maturados no ponto. Ele é assado, despelado, limpo e temperado. O seu sabor é bem refinado, com o adocicado do pimentão presente de forma sutil, mas evidente.
Optamos pelo uso do tomate seco turco pela sua baixa acidez e doçura. O produto é bom por si só, então deixamos todo o resto bem simples. Rotulamos de antepasto, mas pode compor uma salada, fazer parte do tempero de macarrão (brócolis, bacalhau, etc), guarnição de pizza e o que mais vier.
Empregando mangas de qualidade e bem maturadas produzimos esse produto que é um caleidoscópio de sabores, uma mistura sutil entre doce, picante e ácido com aroma frutada da manga, do cardamomo e gengibre. Uma excelente opção para deixar os seus pratos tradicionais mais divertidos e saborosos.
Curcumel é uma combinação de dois super-alimentos: mel e cúrcuma. É um produto que combina propriedades imunolágicas dos dois produtos e soma-se a isso as características anti-inflamatórias e antioxidantes da cúrcuma. Existem estudos que indicam propriedades anticancerígenas além de eficiência no combate de doenças cardio-vasculares.
Receita adquirida num restaurante na Turquia, esse doce pode ser servido na forma que comercializamos, mas também pode ser misturado com um pouco de creme de leite e aquecido, não muito, apenas para deixar entre o morno e o quentinho. Ah! Também pode acompanhar sorvete ou substituir o recheio de crepe e, se for o caso, até como calda.
Esse é um doce meio diferente, que leva tempo e paciência para ser produzido. A casca de laranja deve ser cortado e ficar de molho na água por uma noite para tirar o excesso de amargo. Depois prepara uma calda de água e açúcar na igual proporção, que é levado a fervura e despejado sobre a casca, que deve descansar até esfriar. Então separa a calda, ferve novamente e despeja sobre a casca. Essa operação é repetida por cerca de3 dias (4 dias contando odia de retirar e cortar a casca para deixar de molho por uma noite). A calda vai engrossando, por evaporação, um pouco a cada fervura até atingir o índice BRIX de 70% ou mais. Está pronto o doce!
Essa iguaria pode ser servida por si só, mas também vai muito bem como acompanhante (sorvete, queijo, presunto cru, etc) e, também como recheio (pode ser cortado, picado e até processado) de pães, bolos, biscoitos…
Ah! Temos que lembrar que também pode ser seco e, se gostar, cobrir de chocolate amargo de boa qualidade. Nós adoraaaamoooos!!
O diferencial desse figo é que primeiro é cristalizado e depois volta para a calda com rum. Uma parte do álcool acaba se perdendo no processo de pasteurização, então você pode até dar uma turbinada assim que abrir o vidro. Tem um toque sofisticado, pode ser combinado com presunto cru como entrada, e pode muito bem ser servido como sobremesa (com chocolate amargo derretido, nem se fala!).
Para produzir essa geleia com Jabuticabas do nosso quintal, a panela fica no fogo por horas, muitas horas! Para dara consistência certa sem o uso de gelatina, as sementes e cascas são coadas e o volume original da fruta é reduzida em menos de 20%. No processo escolhemos algumas cascas bem formadas, cortamos em pedacinhos e devolvemos para a panela. Isso acrescenta um leve amargor muito peculiar resultando em um produto de sabor complexo e sofisticado.
Essa geleia é também muito boapara servirdebase para molhos caramelizados.
Para produzir essa geleia utilizamos Morangos Orgânicos Jupati, de Piedade. Como não utilizamos gelatina para dar consistência as frutas tem que ficar no fogo por horas apurando e concentrando o sabor. Único produto além de morangos na produção é açúcar demerara orgânico.
Uma receita clássica, sem nada de produtos expandidos e derivados de soja (evitando assim os transgênicos) e com a proporção de pelo menos 70% de sementes, castanhas e coco em relação ao cereal. O sabor é adocicado, mas sem exagero para valorizar cada um dos ingredientes, temos a versão que leva o mel e outra vegana, na qual utilizamos o melado.
Nós gostamos tanto de marzipã que achamos que o seu nome deveria mudar para amorzipã. Produzimos tanto na versão tradicional para os veganos, quanto uma versão exclusiva que leva um pouco de mel (nenhuma delas leva clara de ovo, como é comum nas receitas).
Existem muitos molhos de pimenta no mercado, então não queríamos apenas apresentar mais um produto como tantos outros. Esse molho é picante como deve ser, mas leva tomate, cenoura e outros ingredientes que confere o sabor próprio e o coentro estará sempre presente como protagonista da festa.
Para fazer esse molho empregamos tomates de boa qualidade no ponto certo de maturação, mantendo tudo simples: cebola e alho refogados temperado com sal e nada mais. Retiramos a pele e o miolo, mas preservamos a poupa e apuramos no fogo por 3 a 4 horas para concentrar o sabor e deixar o molho mais consistente. Só não recomendamos o uso desse molho para lasanha, canelone e afins, pois sendo denso o molho não escorre bem para as partes com menos espaço.
Quem não gosta de Molho Pesto? Não apenas tradicional macarrão ao pesto, esse molho saboroso e saudável combina com tudo: carne, frango, pão, cogumelos e até no ovo frito.
O nosso pesto é composto por manjericão, castanha do pará, alho, azeite e sal. Para quem gosta de pesto com parmesão, ou nas receitas que pedem o queijo, deixamos a adição por sua conta.
Já nos perguntaram de onde veio a inspiração para esse molho, a verdade é que baseamos um pouco nos sabores indiano e também no caribenho. A picância desse produto é mediano e vem não apenas da pimenta, mas também do gengibre. A cúrcuma se faz presente de forma evidente, mas não chega a ser dominadora. Pode ser usado em quase tudo, meio como se fosse mostarda (porém diferente, bem diferente) e vai especialmente bem com frituras.
Esse molho é diferente de tudo que tem no mercado, primeiro por que ele vem na forma de uma pasta densa, que você deve diluir com azeite, limão, vinagre ou até um pouco de vinho branco para obter a consistência ideal para o seu uso. O seu sabor também é muito distinto de outros produtos, um viés vietnamita ou tailandês que combina perfeitamente com verduras e legumes in natura, inclusive para salada.
Não apenas no Nepal, mas em toda aquela região da Ásia é comum as refeições serem servidos com pequenas porções de acompanhamentos diversos, incluindo um tipo de conserva que também é meio molho de pimenta. A nossa versão é uma releitura desse produto e fica literalmente nesse meio termo. Com o crocante do nabo, da beterraba e da cenoura, o adocicado da manga, um toque de limão…e picante ao mesmo tempo, é uma delícia! Sabemos de pessoas que estão consumindo à colherada: basta arroz, feijão e Nepali Pickle – é o que dizem.
Para produzir esse antepasto assamos as beringelas e pimentões até murcharem. Das beringelas raspamos a polpa com colher e moemos na faca. Dos pimentões retiramos a pele e semente epicamos em pedacinhos.
Palaleramente refogamos cebola, alho e temperos para todos juntos e misturados resultarem nesse produto que é uma delícia!
Nós pegamos apimenta dedo de moça cultivada sem pesticidas, lavamos, esterilizamos e secamos até o ponto em que, se apertar com os dedos, quebra em pedacinhos (tipo pimenta calabresa) com a pressão. Posteriormente passamos a pimenta seca num processador para obter a granulometria de uso. Mantém todas as características de pimenta fresca, mas muito mais conveniente pela facilidade de emprego culinário.
Deve ser mantida livre de umidade. Num pacote de 25g tem cerca de 150g a 200g de pimenta fresca.
Um biscoito típico escocês amanteigado com receita secular, acompanha maravilhosamente bem tanto um bom chá preto britânico quanto o nosso consagrado cafezinho.